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B1 Mittelstufe Portugiesisch 15:26 Educational

Como Buracos Negros MORREM

Ciência Todo Dia · 1,373,463 Aufrufe · Hinzugefügt vor 3 Tagen

Lernstatistiken

B1

GER-Niveau

5/10

Schwierigkeit

Untertitel (268 Segmente)

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Quando pensamos em buracos negros, automaticamente pensamos em objetos que estão sugando tudo o que se aproxima deles.

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E que uma vez dentro desse objeto, nunca mais tem como sair.

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E essa regra inclusive vale até para o fenômeno físico com a maior velocidade possível no universo, que é a luz.

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Por causa disso, nós sabemos que buracos negros são objetos que não emitem luz.

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As estrelas, por exemplo, emitem fótons que são produzidos no seu interior e escapam para a superfície.

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Então pode soar um tanto quanto paradoxal quando nós falamos que buracos negros podem sim brilhar.

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Eu acabei de falar que é um objeto que não pode emitir luz,

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mas ao mesmo tempo eu estou falando que é um objeto que tem como brilhar?

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Sim, é exatamente isso que você ouviu. Buracos negros brilham.

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Mas não exatamente pelo motivo que você pensa.

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Esse foi um efeito encontrado pelo físico Stephen Hawking na década de 1970

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e acabou levando o nome de radiação Hawking.

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E você talvez até já se perguntou se isso está associado de alguma maneira

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às imagens que nós temos de buracos negros com jatos.

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Só que o buraco, me perdoem o trocadilho, é muito mais embaixo.

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A radiação Hawking pode ser um fator determinante no tempo que o próprio universo vai durar.

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E também pode levar à morte esses objetos que passam a impressão de serem eternos.

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Mas antes que eu consiga te convencer, nós precisamos fazer algumas colocações sobre

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buracos negros.

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Eu quero tentar tirar aquela ideia que você provavelmente tem de buracos negros para que

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a gente possa ficar na mesma página.

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A primeira coisa é, buracos negros não são exatamente objetos astronômicos como as estrelas

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são.

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Não tem como comparar um buraco negro com uma estrela, ou com um planeta, ou até com

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estrelas de Néutrons.

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Todos esses objetos são compostos por matéria em algum dos seus estados, seja plasma, sólido

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ou gasoso.

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E um buraco negro não é um objeto nesse sentido.

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Ele é mais como uma região do espaço-tempo com curvatura extrema.

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É o seguinte, se você caísse em um buraco negro, você nunca veria ou sentiria que você

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entrou nele.

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Você não enxergaria os seus pés, mas continuaria enxergando todo o céu que você estava enxergando

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antes de entrar no buraco negro.

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Claro que aqui eu estou ignorando o fato de você cair nessa singularidade e desaparecer

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instantaneamente.

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Mas o ponto que eu quero trazer é, o buraco negro é uma região delimitada pelo que nós

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chamamos de horizonte de eventos.

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E o horizonte de eventos é um raio delimitado pelo campo gravitacional, que é intenso o suficiente para nada conseguir voltar.

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E claro que, como o campo gravitacional influencia de forma radial,

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nós observamos um buraco negro como uma esfera escura que não emite luz.

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E o motivo pelo qual eu estou querendo fazer você ver um buraco negro como uma região

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e não como um objeto, é que isso, a partir de agora, vai fazer toda a diferença.

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E essa diferença começa a ficar importante para entender os trabalhos de Stephen Hawking.

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Hawking talvez seja uma das únicas pessoas da história que pode dizer que encontrou

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uma das peças da gravitação quântica.

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Uma das únicas peças encontradas até hoje e foi na década de 70.

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Nessa época nós não tínhamos tantas observações sobre mecânica quântica e relatividade como

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nós temos hoje.

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Mas o que levou Hawking a encontrar uma das únicas peças desse quebra-cabeça?

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No século XX, duas áreas nasceram quase que simultaneamente.

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A relatividade geral e a mecânica quântica.

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De um lado, Albert Einstein introduziu a relatividade geral, que foca na descrição do macro, onde

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a gravidade é a interação que domina.

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E ele também explica como a massa consegue distorcer o espaço-tempo de forma perceptível.

Vollständige Untertitel im Videoplayer verfügbar

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